Meditação

“Ainda antes que houvesse dia, EU SOUIsaías 43:13

sábado, 20 de julho de 2013

FELIZ DIA DO AMIGOOOOO


AOS MEUS QUERIDOS AMIGOS

Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão. Provérbios 17:17

FELIZ DIA DO AMIGO!


A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ei Jovens! Não se esqueçam hoje de nosso ensaio

Paz do Senhor queridos Jovens....não se esqueçam hoje de nosso ensaio, cantaremos nesta terça - feira no culto Doutrina, no culto de oração na quarta - Feira e Quinta - feira na oração para a mocidade... Domingo será um dia muito especial, pois é o Culto da Mocidade......grandes coisas o nosso Deus realizará durante esta semana depende de mim e vc vamos orar e meditar na palavra.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Congresso encerra com lembretes de obediência e dependência a Deus

Congresso encerra com lembretes de obediência e dependência a Deus

Foto: Fausto Júnior / RBC
Foto: Fausto Júnior / RBC
Chegou o momento da despedida. Neste domingo, 07, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE) encerra as festividades do 32º Congresso de Jovens. Um evento maravilhoso que deixa saudades e um grande aprendizado. Milhares de jovens, entre as quase 30 mil pessoas que participaram nestes dias, além do incontável número de irmãos que acompanharam a transmissão através da Rede Brasil, cresceram no conhecimento do Criador.
Desde a quinta-feira, 04, no Culto de Abertura, a forma como o Senhor se revelou a seu povo através dos louvores e da Sua Palavra foi maravilhosa. Rapazes e moças aprenderam os passos necessários para se manterem próximo a Deus começando pela oração, depois a meditação na Palavra, na comunhão com o Pai, pelos relacionamentos com os irmãos e diante do mundo, aceitando e vivendo o propósito estabelecido pelo Mestre e procurando depender Dele em obediência, segundo a ordem dos sub-temas.
Belos momentos de adoração – costumeiramente observados em cultos da IEADPE – também marcaram esta edição do Congresso de Jovens. Quem pôde participar, ao menos de um dos dias do evento, tem lembranças para toda a vida e, possivelmente, experiências espirituais incontáveis.
Este último culto começou com uma intensa movimentação de jovens e irmãos adultos a partir das 14h30min. Às 15h30min, as portas do Templo Central foram abertas e rapidamente todos os lugares foram ocupados. O Culto Introdutório teve início as 16h30min, com muito louvor e adoração ao Senhor. Diversos jovens, cantores locais, o Coral de Preletores, o Grupo de Louvor e o Grande Coral entoaram hinos engrandecendo o nome de Jesus.
Foto: Fausto Júnior / RBC
Foto: Fausto Júnior / RBC

O culto oficial foi iniciado pelo pastor Ailton José Alves, presidente da IEADPE, às 19h. Após vários hinos de louvor a Deus e a apresentação das caravanas vindas dos municípios de Ribeirão e Poção, chegou o momento de ouvir a voz do Senhor através da Palavra.
Foto: Fausto Júnior / RBC
Foto: Fausto Júnior / RBC

A ministração da Palavra foi feita pelo Ev. Elmir Ribeiro, que falou sobre o tema do Congresso: “Crescendo no conhecimento de Deus”, com base no texto de Oseias 6.3. A mensagem foi iniciada com a explicação de que a revelação de Deus para alguém é relativa à maturidade espiritual daquela pessoa. Além disso, foi dito que o conhecimento do Senhor é alcançado gradativamente, contato a contato. Daí a necessidade de viver em comunhão constante com o Mestre.
O preletor falou dos 14 contatos que Abraão teve com Deus. Sobre o décimo quarto ele disse: “Este parece ter sido o último contato, porque foi a completa revelação de Deus para o patriarca.” Depois de relatar detalhes deste encontro, onde o Senhor pediu que Abraão lhe entregasse o seu filho Isaque, o evangelista falou da soberania do Altíssimo: “Você não pode tirar o Senhor dos seus sonhos {…} a primazia é Dele!”
“Quando Ele estiver em primeiro plano as demais coisas vão ser acrescentadas”; parafraseou ao utilizar o questionamento de Pedro sobre que benefícios teriam os discípulos por terem deixado tudo para seguir o Mestre como exemplo. Acerca da obediência, o mensageiro deixou claro: “Tem gente que diz: eu obedeço a Deus. Então se você obedece a Deus obedeça a quem Ele colocou sobre você.”
Voltando a falar do pedido que Deus fez a Abraão, ele afirmou que é importante se gastar para fazer a vontade do Senhor. “Deixa Deus consumir o teu corpo na vontade Dele, e você vai ver que o retorno vai ser de benção!”, exclamou.
Concluindo a mensagem, o Ev. Elmir Ribeiro convidou a Igreja para uma fervorosa oração. Muitas pessoas foram batizadas com o Espírito Santo, outras foram renovadas e diversas pessoas entregaram suas vidas a Jesus, enquanto a glória do Senhor operava entre os crentes.
Por fim, o pastor Jeferson Aleluia, Superintendente das Campanhas Evangelizadoras fez os agradecimentos ao pastor presidente em nome de toda a mocidade. Logo após, o Grande Coral cantou pela última vez neste Congresso, se despedindo desta festa maravilhosa, que certamente deixou saudades.
Neste Congresso de Jovens, a Rede Brasil fez uma bela cobertura com a participação dos jovens, no Projeto Você Repórter, com envio de fotos e vídeos, além do programa especial para as transmissões, com a participação de moças e rapazes, cantores, ministros e missionários da IEADPE, que conversaram com o apresentador Manassés Almeida via internet. Os flashes pelo rádio, o hotsite especial, a cobertura pelas redes sociais, tudo pensado para que você tivesse informação com qualidade, e, mesmo sem estar no templo se sentisse participante dos cultos. 
 

LIÇÃO 02 – ESPERANÇA EM MEIO À ADVERSIDADE - 3º TRIMESTRE 2013 (Fp 1.12-21)



Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 02 – ESPERANÇA EM MEIO À ADVERSIDADE - 3º TRIMESTRE 2013
(Fp 1.12-21)

INTRODUÇÃO
Paulo escreveu a epístola aos Filipenses quando estava preso em Roma. Porém, não lemos nesta carta o apóstolo queixando-se do sofrimento, nem lamentando a sua prisão. Pelo contrário, ele externa constantemente a sua alegria, mesmo em meio a adversidade, e também declara que a sua prisão serviu de benefício para o evangelho. Seu exemplo nos ensina que devemos aproveitar as oportunidades para pregar o evangelho, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. Nesta lição, veremos a definição de esperança e adversidade; como as adversidades de Paulo contribuíram para a expansão do evangelho; as motivações para pregar as boas novas; e a esperança de Paulo em meio a adversidade.

I - DEFINIÇÕES
1.1 Esperança. Aurélio define esperança como “o ato ou efeito de esperar o que se deseja”, “expectativa”, “fé em conseguir o que se deseja”. Esperança é uma das virtudes cristãs, através da qual o crente é motivado a crer no impossível. É a certeza de receber as promessas feitas por Deus através de Cristo Jesus (Rm 15.13; Hb 11.1) e uma sólida confiança em Deus (Sl 33.21,22). O termo deriva-se do grego “elpis” e significa “expectativa favorável e confiante” (Rm 8.24,25).
1.2 Adversidade. De acordo com Aurélio, adversidade é o mesmo que “contrariedade”, “infortúnio”, “aborrecimento”, “infelicidade” ou “revés”. O termo hebraico é “hovah” que também pode ser traduzido por “ruína” e “desastre” (Sl 10.6; 27.5; 35.15; 90.15; 107.39; Pv 27.10; Ec 7.14). O termo grego é “kakopatheõ” que quer dizer: “sofrimento”, “adversidade” ou “padecer” (2Tm 1.8; 2.9; 4.5; Tg 5.13).
II – AS ADVERSIDADES E A EXPANSÃO DO EVANGELHO
Escrevendo aos filipenses, o apóstolo Paulo diz que as coisas que lhe aconteceram, contribuíram para maior proveito do evangelho. Vejamos, então, alguns bons resultados de sua prisão:
2.1 “... as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho” (Fp 1.12). A expressão “... as coisas que me aconteceram” dizem respeito a sua prisão em Roma (Fp 1.7,13,14). Conforme a narração de Lucas, a prisão de Paulo lhe permitia uma certa liberdade. Ele podia receber visitas, pregar o evangelho, ensinar a Palavra de Deus e também escrever cartas às igrejas, como escreveu as epístolas de prisão, que são: Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemon (At 28.30,31).
2.2 “... as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda guarda pretoriana e por todos os demais lugares” (Fp 1.13).
A guarda pretoriana, também chamada de guarda imperial, era composta de um grupo de soldados especiais, uma espécie de “tropa de elite” que guardavam não só o imperador, mas, também, os prisioneiros romanos. Com certeza, os soldados daquela guarda puderam ouvir a mensagem do evangelho por intermédio de Paulo. Quanto a expressão“demais lugares”, possivelmente, refere-se as pessoas que, mesmo estando distantes, procuraram ouvir as palavras daquele prisioneiro de Cristo.
2.3 “E muitos dos irmãos... ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor” (Fp 1.14). Vemos nesse texto um verdadeiro paradoxo, ou seja, um fato contrário ao comum. Em vez de os irmãos se sentirem ameaçados ou amedrontados com a prisão de Paulo, e deixarem de pregar a Cristo, eles se sentiram ainda mais motivados para anunciar o evangelho. Sem dúvida, foi a ação do Espírito Santo na vida dos cristãos que lhes deu condições de levar as boas novas de salvação sem temer as perseguições. Há inúmeros exemplos na Bíblia de servos de Deus que pregaram com ousadia, mesmo em meio às ameaças, tais como: Pedro e João (At 4.21-24); os apóstolos (At 5.40-42); Estêvão (At 7.58-60); e Paulo (At 21.13; II Co 11.24-33).

III – MOTIVAÇÕES PARA PREGAR O EVANGELHO
Em (Fp 1.15-17) o apóstolo Paulo menciona dois tipos de motivações para pregar o evangelho e externa também o seu regozijo pelo fato de Cristo estar sendo anunciado. Vejamos:
3.1 Motivações incorretas. Paulo faz menção a um grupo de cristãos que pregavam o evangelho por “inveja e porfia” (Fp 1.15) e outros por “contenção” (Fp 1.17); ou seja, àqueles que pregavam, não por amor a Cristo, e nem por amor as almas; mas, por ciúme, contenda e rivalidade. Sem dúvida, não era esta a atitude que Cristo, e o próprio apóstolo, esperava dos servos de Deus, principalmente, para os anunciadores das boas novas (Rm 13.13; I Co 3.3; Gl 5.20,21; II Co 12.20; Ef 5.18; Fp 2.3,14).
3.2 Motivações corretas. Paulo menciona também àqueles que pregavam “de boa mente” (Fp 1.15), ou seja, de boa vontade; e outros “por amor” (Fp 1.16); que são as principais motivações para pregar o evangelho. A Bíblia descreve a evangelização como (1) um mandamento (Mt 28.19,20; Mc 16.15-18; I Pe 2.9); (2) uma obrigação (Rm 1.14; I Co 9.16); (3) um dever de todo crente (Mt 10.8; 14.16); mas, também, como (4) um privilégio, pois somos cooperadores de Cristo, e seus embaixadores (Mc 16.20; I Co 3.9; II Co 5.19,20).
3.3 O regozijo de Paulo. Depois de descrever as motivações pelas quais Cristo estava sendo pregado, o apóstolo diz: “Mas, que importa? Contanto que Cristo seja anunciado... nisto me regozijo e me regozijarei ainda” (Fp 1.18). Com isto, Paulo não estava concordando com as falsas motivações, mas, afirmando que o mais importante era que o evangelho pudesse ser pregado.
Vejamos, então, alguns motivos para pregar o evangelho: (1) porque a humanidade está perdida (Rm 3.23; 6.23); (2) por amor ao próximo (At 20.19-24; Fp 1.16); (3) porque somente Jesus pode salvar (Jo 14.6; At 4.12; I Tm 2.5); (4) por causa da nossa responsabilidade (Rm 10.13-15); e (5) por obediência a Cristo (Mt 28.18-20; Mc 16.15; At 1.8).

IV - MOTIVAÇÕES DE PAULO PARA PREGAR O EVANGELHO
Em suas cartas, o apóstolo Paulo demonstra claramente o seu profundo amor pelas almas e o desejo de ganhá-las para Cristo. Vejamos:
4.1 Paulo não se envergonhava do Evangelho de Cristo. Após a sua conversão, ele tornou-se um autêntico pregador do evangelho. Seu maior desejo era levar as boas novas de salvação à toda criatura. Por isso, jamais se envergonhou do evangelho (Rm 1.16); e, onde chegava, procurava sempre uma ocasião para falar de Cristo, quer seja nas sinagogas (At 13.5; 14.1); nas casas (At 20.20); no templo (At 5.42); e, de cidade em cidade (At 14.6,7; 15.35). Nem mesmo a prisão era impedimento para ele pregar (Fp 1.12,13; II Tm 2.9).
4.2 Paulo sentia-se um devedor. O desejo de pregar o Evangelho era tão grande na vida de Paulo, que ele chegava a ter um sentimento de dívida para com os homens. Ele diz: “Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Rm 1.14). Este “sentimento de dívida”, não era restrito apenas aos que estavam perto, mas também, para com aqueles que estavam mais distantes. Por isso, colocou-se à disposição de Cristo para pregar o evangelho; realizou três viagens missionárias (At 13.1-14.28; 15.36-18.22; 18.23-20.38); e, ficou conhecido como o apóstolo dos gentios (Rm 11.13; I Tm 2.7).
4.3 Paulo sentia-se na obrigação de pregar o evangelho. Para o apóstolo Paulo, pregar o Evangelho, não era uma tarefa qualquer. Era uma obrigação! Por isso, ele diz: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (I Co 9.16). Pelo menos duas lições, Paulo nos ensina neste texto: 1ª) Ninguém deve gloriar-se por pregar o Evangelho, pois é nosso dever. É nossa responsabilidade! 2ª) Pregar o Evangelho é uma obrigação: A Grande Comissão não é um pedido. É uma ordem! (Mt 28.18-20; Mc 16.15).
4.4 Paulo estava disposto a sofrer por amor a Cristo e ao evangelho. Quando Paulo se despediu dos presbíteros de Éfeso, disse: “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20.24). Em outra ocasião, um profeta por nome Ágabo, tomou a sua cinta, ligando os seus próprios pés e mãos, e profetizou que Paulo seria preso, ele respondeu: “...eu estou pronto não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (At 21.11-13).

V – A ESPERANÇA DE PAULO EM MEIO ÀS ADVERSIDADES
Paulo enfrentou diversos tipos de aflições e adversidades, tais como: insulto (At 13.45); apedrejamento (At 14.19,20); açoites e prisões (At 16.22,23); naufrágio, fome, sede, frio e nudez (II Co 4.8-9; 11.16-33). Mas, sempre demonstrou em suas epístolas o seu regozijo em meio ao sofrimento (II Co 1.5; 4.8,9; 7.4; Fp 1.4,18; 2.2,17; 3.1; 4.1,4,10; Cl 1.24). Na epístola aos Filipenses, ele externa também a sua esperança, como veremos a seguir:
5.1 “Segundo a minha intensa expectação e esperança (...) Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Fp 1.20). Paulo tinha convicção que, quer vivesse, quer morresse, Cristo seria glorificado por meio dele. Isto porque, caso ele vivesse por mais tempo, poderia continuar pregando; mas, caso fosse condenado e morto, estaria com o Senhor (Fp 1.23), e a mensagem do evangelho continuaria sendo pregada por outros cristãos.
5.2 “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21). O verdadeiro crente, estando no centro da vontade de Deus, não precisa ter medo da morte, porque sabe que a morte é o fim de sua missão terrestre e o início de uma vida mais gloriosa com Cristo (I Co 15.53-57; II Co 4.17; II Co 5.1-5; I Ts 4.13-18). Por isso, ele diz: “Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.23). Nas suas cartas, o apóstolo Paulo ainda faz menção a esperança da ressurreição (I Ts 4.13); da salvação (I Ts 5.8); da volta de Cristo (Tt 2.13); da vida eterna (Tt 1.2; 3.7) e das bênçãos celestiais (Cl 1.5).

CONCLUSÃO
Como pudemos ver, esperança é uma das virtudes cristãs na qual o crente é motivado a crer no impossível. E, o apóstolo Paulo demonstra sua esperança, mesmo em meio a adversidade. Sua prisão em Roma, por exemplo, serviu de benefício para o evangelho, pois, muitos cristãos passaram a pregar com mais ousadia, embora que outros pregassem por rivalidade e inveja. Mas, o apóstolo Paulo descreve as corretas motivações para anunciar o evangelho; mostra-se como exemplo para nós de um autêntico ganhador de almas; e, acima de tudo, revela que ele tinha esperança que, estando vivo, continuaria pregando; mas, caso viesse a morrer, o evangelho continuaria sendo anunciado por outros irmãos.

REFERÊNCIAS
· Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD.
· CABRAL, Elienai. Filipenses, a humildade de Cristo como exemplo para a Igreja. CPAD.
· CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
· STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE) realiza o mais importante encontro de jovens de todo o Estado são 32 anos

_MG_5132-2Há 32 anos, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE) realiza o mais importante encontro de jovens de todo o Estado. O Congresso de Jovens, no início Confraternização da Mocidade, marca gerações desde a sua primeira edição. Ontem quinta-feira, 04 de julho de 2013, o Templo Central da IEADPE, na Avenida Cruz Cabugá, 29, Santo Amaro, área central do Recife, recebeu milhares de jovens da Região Metropolitana do Recife, dos Setores e de vários municípios do Interior, que juntos puderam adorar ao Senhor no culto de abertura do 32º Congresso de Jovens.
As 14h30min já tinha jovem chegando ao templo. Júnior Lima, da área 26, foi o primeiro. Decidiu sair de casa mais cedo para garantir uma chegada tranquila. Depois dele chegou Davidson Silva, da área 23. Ele veio direto do trabalho com o propósito de adorar ao Senhor neste primeiro culto. Eles se conhecem do período da Escola e este ano participam do Grande Coral.
Brilhantemente, o Grande Coral de Jovens, composto por mais de 700 vozes, exaltou o nome de Jesus através do louvor, assim como o grupo de louvor e cantores escalados. No momento em que o hino oficial foi entoado, com toda a Igreja de pé, a glória de Deus tomou conta do ambiente como um sinal de que o desejo do Espírito Santo era de se permitir conhecer mais. Vale confirmar que o tema base deste Congresso de Jovens fala exatamente do aumento de intimidade entre a juventude e o criador: “Crescendo no conhecimento de Deus”, a partir do texto bíblico de Oseias 3.6.
Entre as caravanas, jovens vindos dos municípios de Aliança, Araçoiaba, Camocim de São Félix, Chã de Cruz, Goiana, Passira e Ribeirão.
Pb. Marcelo Teles
Pb. Marcelo Teles

A ministração da Palavra foi realizada pelo Pb. Marcelo Teles. O sub-tema para o estudo bíblico desta primeira noite foi: “Jovens, crescendo no conhecimento de Deus através de uma vida de oração”, a partir do texto escrito na carta aos Efésios 6.18.
Iniciando a preleção, ele revelou que o desejo de Deus para os jovens deste tempo é que eles estejam dedicados à oração. “Enquanto eu orava, estudando este texto, Deus me falava: Diga a esta geração que eu vou enviar uma fome de oração sobre ela”, exclamou. A necessidade da constância na oração para o amadurecimento espiritual e o desejo de Deus para que os seus filhos estejam em contato com Ele, foram lembrados em vários momentos da mensagem.
A insistência necessária na oração é ensinada pela Bíblia, e foi lembrada aos milhares de jovens que estavam atentos. “Insista que o céu vai se abrir”, enfatizou o pregador. Próximo ao fim da ministração a glória de Deus tomou conta do ambiente. O Espírito Santo, com sua atuação no meio da Igreja, invadia os corações.
Ao convidar os presentes a ficarem de pé orar ao Senhor, o Pb. Marcelo Teles ministrou profeticamente: “Deus vai te suspender pelos cachos da cabeça, como fez com Ezequias”. Durante a oração muitos batismos com o Espírito Santo foram vistos no templo, e, todos os presentes, assim como os milhares de pessoas que acompanharam através da transmissão da Rede Brasil, puderam sentir a forte atuação genuína da Espírito de Deus.
Este ano, por meio do projeto: Você Repórter, a Rede Brasil abre espaço para a participação de rapazes e moças em sua transmissão, através de fotos, vídeos e também do quadro Fala Jovem. Toda a programação e ainda detalhes do evento e do projeto podem ser consultados no hotsite congressodejovens.com Temos novidades também na transmissão pela TV, com a participação de jovens, cantores e ministros.

fonte:ADNEWS